
"Bleeding Heart", o novo single do guitarrista JIMI HENDRIX, será lançado dia 1º de março em formato digital e no dia 8 de março em formato vinil.
O single faz parte do próximo álbum do guitarrista, "Valleys of Neptune", e é um cover de Elmore James, gravado em abril de 1969 com o baixista Billy Cox e o baterista Rocky Isaac. Também existe um vídeo para a música, dirigido por Julien Temple.
O lado B deste single será outra versão inédita de uma música intitulada "Peace In Mississippi", que tem 7 minutos e não estará disponível no novo álbum.
Fonte desta matéria: Classic Rock
Jimi Hendrix: detalhes sobre o novo single do guitarrista
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David Lee Roth: strippers, cocaína, maconha e Jack Daniel's

(Da coluna 'Dispatches', de Mick Wall, editor-chefe da revista Classic Rock inglesa, impressa originalmente na edição de abril de 2009 da revista).
'Juntar-me a DAVID LEE ROTH nos bastidores depois de um show na turnê para promover o disco 'Skyscraper', o entretenimento personalizado foi um pouco mais interessante, um pouco mais... sacana, do que conversa, cervejas e Marlboros...'
Foi um dos maiores - talvez o maior – show de rock n ' roll que eu jamais tinha visto. Quase 20 anos depois eu ainda penso em um que tenha sido mais espetacular, ou que eu tenha curtido mais.
David Lee Roth tinha acabado de lançar seu segundo disco solo, 'Skyscraper', e agora ele estava excursionando pelos EUA para promovê-lo. Esse era o famoso show com o ringue de boxe que descia das esquadrias até a mesa de som no meio da plateia, enquanto Roth dançava nele e a banda mandava 'Panama'; o mesmo show que tinha a prancha voadora de surf com a fumaça saindo da rabeira e que então levava Diamond Dave de volta pro palco; e o show que tinha facilmente a melhor banda que Dave já montou depois do VAN HALEN – estrelando Steve Vai mostrando o que ele chamava de suas 'tapeçarias sônicas' em sua famosa guitarra vermelha de três braços em forma de coração.
Eu vi o show em vários lugares naquela turnê, de Los Angeles a Londres e no caminho de volta. Mas claro que não houve nenhuma vez como a primeira vez, que foi no Centrum Arena, de Worcester, Massachusetts, em maio de 1988. Ainda que sua carreira solo estivesse prestes a mergulhar de bico uma vez que Vai e depois o resto da banda saísse e seus álbuns parassem de vender, Roth estava então no ápice de seus poderes, não somente como um 'performer' ao vivo, mas como uma personalidade fora dos palcos também.
Depois do show, no camarim, eu sentei ao lado dele enquanto ele destrinchava sua refeição pós-show composta de lagosta e arroz. Eu notei que ninguém falava com ele enquanto ele comia. E assim, não querendo interromper sua refeição, a qual ele fazia como um lobo devorando sua recém-capturada presa, eu conversei amigavelmente com o tecladista Brett Tuggle, sentado do meu outro lado.
De repente, Dave levantou-se e, sem dizer uma palavra, caminhou pra fora da sala, batendo a porta bem alto atrás dele. Eu olhei curiosamente pra sua relações-públicas. Ela suspirou e disse: ”Dave está puto porque você não está prestando atenção a ele.”
“O quê? Você está brincando?”
“Não. É melhor tentarmos achá-lo.”
Eu a segui pra fora do camarim e pelo corredor até que saímos pela porta de outra sala. Música alta bombava lá de dentro. Música alta, vozes altas e o que pareciam gemidos de prazer.
Ela bateu na porta e entramos. Era a sala particular de Dave nos camarins. Ele estava com Vai e seu empresário, Pete, o som de música soul saindo de um radinho e uma "dançarina especial" se movimentando pela sala fazendo o lance dela.
Cabelos negros, pele escura, olhos grandes, brilhantes e castanhos, ela parecia mexicana, talvez, ou italiana. Seja lá de onde ela fosse, ela era uma das jovens mais bonitas que eu tinha visto na vida. Enquanto dançava ela lentamente começou a se despir. Roth me cutucou nas costelas e riu. Daí ele me passou uma garrafa de Jack Daniel's – a única bebida alcoólica permitida em qualquer lugar dos bastidores, além de cerveja.
Eu ri também e tomei um trago. A garota continuou dançando e tirando mais de suas roupas até que estivesse completamente nua. Todos nós batíamos palmas acompanhando a música à medida que ela continuava dançando. Roth me passou um baseado. Eu dei uns dois pegas. A moça nua então veio e sentou no meu colo e começou a se esfregar, empurrando seus seios firmes contra meu rosto e sua bunda marrom e firme contra minha virilha. O termo "lap dancing" ainda não tinha sido inventado, mas era isso o que eu estava recebendo – uma garota linda se contorcendo em mim como uma cobra enlouquecida, "dançando" em meu colo. Roth apenas ficou lá sentado, do meu lado e rindo ainda mais alto.
Quando a garota se levantou e começou a dançar no colo dele, ele me passou um pequeno frasco marrom cheio com um pó branco – cocaína. Eu dei umas duas cafungadas e depois mais umas duas. Parecia pra mim, que naquele exato momento, que isso era o mais próximo de paraíso rock n' roll que um jacu branco como eu conseguiria chegar nos anos 80. De fato, se a noite tivesse acabado ali, eu teria ficado mais do que feliz.
Ao invés disso, quando tudo acabou e a moça tinha posto suas roupas de volta e saído, Roth e eu ficamos sentados na sala conversando por outras oito horas direto, ainda bebericando das garrafas de Jack Daniel's e cocaína, ainda falando e contando piadas. Na prática, ele me deu a maior - certamente a mais longa - entrevista de rock que eu jamais participaria. Só um detalhe: ele não me deixou gravar nada dela.
“Isso não é pra ser publicado”, ele insistiu. “Isso é só conversa de homem, entende? Pra gente se conhecer. Daí, uma vez que a gente se entenda, podemos fazer uma entrevista amanhã à noite.”
Amanhã à noite? Não tinha me passado pela cabeça que realmente poderia haver uma noite seguinte.
Quando finalmente deixamos o local do show eram nove horas da manhã. Nós protegíamos nossos olhos como vampiros à medida que emergíamos de trás do prédio e pra dentro da luz do sol.
Quando voltamos ao hotel ele me convidou para sua suíte para uma 'saideira'. Normalmente eu teria topado aquilo. Não dessa vez. Eu estava muito desesperadamente precisando de meu caixão cheio de terra.
Naquela mesma noite, Roth tinha que fazer o segundo dos dois shows no Centrum. Assistindo ele do mesmo lugar que eu tinha na noite anterior, eu não pude detectar nenhuma queda nos níveis de energia. Ainda me sentindo como 'bosta requentada', eu me perguntava como é que ele conseguia.
Depois, no camarim, sentado ao lado dele de novo enquanto ele comia outra lagosta, eu perguntei a ele. “Merda, Dave,” eu disse, “como é que você consegue?”
“Ah, cara,” ele disse, entre garfadas.
“Você tem que se lembrar, eu tenho praticado muito.”
Fontes: Revista Classic Rock e Whiplash!
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Pantera: três discos serão relançados em LPs duplos

A Atlantic Records anunciou essa semana que irá relançar 3 álbuns do clássico PANTERA em discos de vinil. “Cowboys From Hell”, “Vulgar Display Of Power” e “Far Beyond Driven” serão todos prensados em LPs duplos e lançados no mesmo dia: 17 de abril.
Fonte: Whiplash!
Postado por Skullage às 16:48 0 comentários
Tony Iommi prepara sua biografia!

Depois de Ozzy lançar a sua, agora é a vez do mestre dos riffs infernais, Tony Iommi preparar a sua biografia, (batizada como Iron Man) a ser lançada agora em 2010.
Falando em 2010, parece que este será um grande ano para os apreciadores do Black Sabbath, pelo menos no quesito “leitura”, já que Ronnie James Dio também está trabalhando em sua biografia e até David Donato, que cantou no Sabbath por alguns dias em 1984, está preparando também suas memórias, sob o nome hilário de “Don’t Call Me Donut”.
Sabbath é cultura…
Fonte: Poeirazine
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Ozzy Osbourne: "a vida é cheia de arrependimentos"

Sarah Ventre, da Phoenix New Times, recentemente conduziu uma entrevista com o lendário vocalista OZZY OSBOURNE. Alguns trechos da conversa seguem abaixo.
Phoenix New Times: Você falou bastante sobre o seu passado em Aston, e de como foi importante para você não se separar das suas raízes da classe trabalhadora.
Ozzy: "Você sabe – muita gente nesse negócio — primeiro, eu acho que nós somos abençoados pra caralho por estarmos fazendo o que fazemos. Não acredito que haja outro trabalho no mundo que eu gostaria de fazer. Quero dizer, não é um trabalho, é um hobby remunerado. Eu não sei. Na maioria dos dias acordo com os olhos abertos. Não preciso acordar às seis da manhã. Eu me lembro de há um tempo atrás ter jantado com a banda Chicago, um dos trompetistas. E ele me disse... 'Eu tenho um apartamento com vista para a 405... e todas as manhãs eu vejo esses carros empilhados em congestionamento. Tenho muita sorte de não estar no meio disso tudo. Tenho sorte de não ir a um trabalho que odeio por alguém de quem não gosto, e ir para casa e fazer o mesmo de sempre. Não tenho uma rotina assim, sabe?'. E é verdade, sabe".
Phoenix New Times: Voce acha que se tivesse crescido em circunstâncias diferentes — talvez se você fosse de uma classe social diferente, você teria tido o mesmo destino?
Ozzy: "É assim, eu estava assistindo a um programa na TV há mais ou menos uma semana atrás. Era a história de Eric Clapton. E ele estava dizendo, isso é verdade – quando você chega a uma encruzilhada, não importa a direção que você escolher, você tem o bom, o ruim e o desagradável nela. Você sabe – você tem que aceitar o que vier. Então, se eu não fosse cantor, não sei o que seria. Quer dizer, as pessoas dizem, 'Você acha que teria sido mais fácil?'. Existe uma boa chance, mas eu não sei. O que eu sei é que não era... maravilhoso. Nós fomos roubados pelo nosso empresário. Tinha as DROGAS envolvidas na minha vida. Teve muita coisa boa, muita coisa ruim e muita coisa desagradável que aconteceu na minha vida, mas isso foi parte – esse foi o caminho que eu escolhi... Por exemplo, essa manhã eu fui ao médico para um check-up anual. E se ele tiver... os resultados ruins, então... Eu não posso dizer 'Oh não – vou fazer outro exame amanhã. Talvez saia melhor'. Você tem que conviver com os fatos, sabe. Quero dizer – se eu não tivesse vindo de Aston, Birmingham e não tivesse pegado um microfone, eu não teria me apaixonado pelos Beatles e não teria viajado – às vezes você tem que se perguntar 'Será que realmente aconteceu assim?'".
Phoenix New Times: Voce disse que quando era mais jovem, se meter em problemas era meio que uma forma de ser aceito por outras pessoas — pelos mais velhos, as crianças mais descoladas da escola. Você acha que isso é parte do motivo pelo qual você mais tarde se tornou viciado em tantas coisas?
Ozzy: "Não. Quero dizer, era — era divertido. Quer dizer, por exemplo, quando nós fumávamos maconha, era uma boa gargalhada, lanchinhos – você ia para o quarto de hotel com algumas pessoas, tomava uma cerveja. Aí você tomava uma cerveja, fumava, comia pizza e tentava transar, sabe. Quer dizer, antes, - mas agora, o baseado que se fuma agora, você diz, oh. A ultima vez que eu fumei… [incompreensível]… um buraco na sua bunda, sabe… você viaja nisso. E não era bom – eu não gostava. É muito forte, sabe. Mas é o que a garotada quer, sabe. Eu não – quer dizer, era uma diversão inocente. Mas aí a cocaína e toda aquela merda apareceu. Eu diria que foi parte do sucesso. Quer dizer – é o que roqueiros fazem. Comigo o mais forte foi o álcool, sabe. [incompreensível]. Por exemplo, agora mesmo se eu dissesse 'Vou a um bar e vou tomar um trago', eu sei – sem sombra de dúvida, que se eu fizesse isso, não ia demorar muito até eu ir pedir cocaína a algum estranho. E aí [se não fosse] cocaína eu iria me chapar por um mês. Eu sei que é parte de mim, eu conheço muito bem, e de vez em quando a minha personalidade dependente diz 'Sabe, você nunca experimentou ecstasy – imagina como seria”, ou 'Você nunca experimentou metanfetamina – imagina como seria'. Sei que minha cabeça tenta me enganar o tempo todo, no que eu penso, sabe".
Phoenix New Times: Sim. Voce se arrepende de muitas coisas? Se voce pudesse voltar atrás, o que faria de diferente?
Ozzy: "... A vida é cheia de arrependimentos, sabe, mas isso é o que faz de voce o que voce é. Quer dizer, eu não me arrependo – eu não me sinto feliz sobre o fato de eu ter espancado as minhas esposas. Eu costumava bater nelas, e – pelo menos a Sharon, ela costumava revidar. Ela não aceitava calada. Ela ligava para a polícia e tudo o mais... isso é um grande arrependimento. E eu me arrependo pela forma como tratei meus filhos, do meu primeiro casamento, e meus filhos deste casamento. Mas eu era jovem, tive sucesso muito jovem – e pensei, sabe – casar, comprar uma casa, um carro, ter filhos. Mas eu tinha 21 – quando me dei por conta, já era pai, sabe. É muito cedo, sabe. Quando você fica mais velho – e vai tão longe, voce fica sensível, mas é tarde para mudar isso".
Phoenix New Times: Você passou por muita coisa, das quais voce falou bem em seu livro. Você morreu duas vezes. Como você vê a vida depois de ter saído do outro lado e ainda estar vivo e são? O que você acha da forma como você vive?
Ozzy: "Eu não penso sobre isso, apenas sigo em frente. Não adianta – sabe, você não diz todas as manhãs 'Esse ano foi bom', e tudo o mais. Sabe, eu vivi um inferno por um bom tempo. Para ser honesto com você, no fim do dia não era mais divertido. Eu não estava me divertindo com aquilo. Agora eu olho para trás e penso 'Eu achava isso divertido?' Se matando para viver ["killing yourself to live"], como alguns dizem. Mas não é isso que eu quero que as pessoas tirem do livro. Somente – isso é brincadeira, estou tentando alertar as pessoas para os riscos destas coisas, porque – é somente a minha história. Somente uma história humana, muito verdadeira".
Fonte desta matéria: Whiplash!
Postado por Skullage às 13:46 0 comentários
Gigwise: site elege os 69 melhores vocalistas da história
A equipe do site Gigwise montou uma lista com os 69 melhores vocalistas nos mais variados genêros e estilos, e entre eles estão rockeiros como Trent Reznor (NINE INCH NAILS), Robert Plant (LED ZEPPELIN) e Jim Morrison (THE DOORS). A matéria adverte que a lista não segue critérios objetivos e lista apenas os favoritos da equipe do site, sem compromissos.
1. David Bowie
2. Mick Jagger (The Rolling Stones)
3. Ian Curtis (Joy Division)
4. James Brown
5. Robert Plant (Led Zeppelin)
6. Freddie Mercury (Queen)
7. Joe Strummer (The Clash)
8. Michael Jackson
9. Elvis Presley
10. Tim Harrington (Les Savy Fav)
11. Zac De La Rocha (Rage Against the Machine)
12. Bruce Springsteen
13. Howlin’ Pelle Almqvist (The Hives)
14. Iggy Pop
15. John Lennon (The Beatles/solo)
16. Liam Gallagher (Oasis)
17. Björk
18. Jim Morrison (The Doors)
19. M.I.A.
20. Janis Joplin
21. OZZY OSBOURNE (Black Sabbath/solo)
22. Debbie Harry (Blondie)
23. Marilyn Manson
24. Marc Bolan (T Rex)
25. Trent Reznor (Nine Inch Nails)
26. Morrissey (The Smiths)
27. Little Richard
28. Kurt Cobain (Nirvana)
29. Thom Yorke (Radiohead)
30. Bob Marley
31. Bon Scott (AC/DC)
32. Joey Ramone (The Ramones)
33. Jimi Hendrix
34. Michael Stipe (R.E.M.)
35. Karen O (Yeah Yeah Yeahs)
36. Matthew Bellamy (Muse)
37. Peaches
38. Johnny Cash
39. Keith Flint (The Prodigy)
40. Bruce Dickinson (Iron Maiden)
41. Alice Cooper
42. Axl Rose (Guns n Roses)
43. Patti Smith
44. Bono (U2)
45. Beth Ditto (The Gossip)
46. Phil Lynott (Thin Lizzy)
47. Nick Cave
48. Jarvis Cocker (Pulp/solo)
49. Courtney Love (Hole/solo)
50. Eddie Argos (Art Brut)
51. Roger Daltrey (The Who)
52. Chuck Berry
53. Henry Rollins (Black Flag)
54. Johnny Rotten (Sex Pistols)
55. James Hetfield (Metallica)
56. Steven Tyler (Aerosmith)
57. Maynard James Keenan (Tool/A Perfect Circle)
58. Richard Ashcroft (Verve/solo)
59. David Lee Roth (Van Halen)
60. Damon Albarn (Blur/Gorillaz/The Good, The Bad & The Queen)
61. Frank Carter (Gallows)
62. PJ Harvey
63. Frank Black (Pixies/solo)
64. Robert Smith (The Cure)
65. Angus Andrew (Liars)
66. Chuck D (Public Enemy)
67. Mark E Smith (The Fall)
68. Tahita Bulmer (New Young Pony Club)
69. Beck
Fonte desta matéria: Heavy Rock News
Postado por Skullage às 12:34 0 comentários
Tony Iommi faz aniversário HOJE

Hoje Frank Anthony Iommi (Tony Iommi ) completa 61 anos ‘macabros’ e bem sucedidos de uma vida dedicada ao Heavy Metal, do qual acredita-se que foi o fundador juntamente com seus outros ex-companheiros do Sabbath.
Na verdade o Black Sabbath não existiria não fosse essa figura, tanto por seu estilo personalíssimo de tocar e compor como por ser ele o único membro original presente em todas as diversas formações da banda.
Entre as curiosidades sobre ele está o fato de ter tido parte dos dedos da mão direita (ele é canhoto) amputados por um acidente ainda na adolescência, mas que encorajado por um amigo, não desistiu de sua trajetória musical.
É também no mínimo curioso o fato de que, em alguns dos primeiros discos do Sabbath (ainda com Ozzy Osbourne), havia uma bela ‘balada’ (geralmente acústica) de sua autoria contrastando com a pauleira irrestrita do resto.
Fonte: rockandroll.blog.br
Postado por Skullage às 12:21 0 comentários
Black Label Society: banda anuncia seu novo baterista

Segundo nota postada no Bls Nation e em seu próprio Blog oficial, a banda BLACK LABEL SOCIETY, liderada pelo guitarrista ZAKK WYLDE, anunciou o novo baterista. Se trata de Will Hunt, que já tocou com o STATIC-X, EVANESCENCE, entre outras.
Ele chega para substituir Craig Nunenmacher, que saiu por motivos não divulgados.
Fonte desta matéria:Whiplash
Postado por Skullage às 11:57 0 comentários
Steven Adler: confirmado lançamento de livro do baterista

Após divulgar que persistia com a ideia de lançar sua autobiografia mesmo após quase 20 anos de andamento do projeto, o ex- baterista do GUNS N' ROSES e atual líder do ADLER'S APPETITE, STEVEN ADLER, finalmente entrou em acordo com a conceituada editora Harper-Collins (a mesma a editar a autobiografia de seu companheiro Slash) e uma data de lançamento - pelo menos no Reino Unido - já está anunciada no site da empresa.
'My Appetite For Destruction' (originalmente chamado de 'No Bed of Roses'), estará disponível ao público em 22 de junho próximo, e o preço da edição em capa dura será de 25.99 dólares (sem o frete).
Fonte desta matéria: Site da Harper Collins
Postado por Skullage às 11:20 0 comentários
Foto:Primeira vez que Angus Young usa seu uniforme

O Daily Telegraph publicou uma foto exclusiva que registra um momento histórico do Rock - a primeira vez em que o lendário guitarrista do AC/DC, Angus Young, subiu ao palco com o uniforme que se tornou sua marca registrada.
Essas fotos foram tiradas durante um show em abril de 1974 no Victoria Park, em Sydney, quando o AC/DC havia acabado de sair dos ensaios, Bon Scott ainda fazia parte de outra banda e Angus havia terminado a escola recentemente.
Noel Taylor,baterista da banda na época, disse que as fotos foram tiradas por Kim Osborn, para registrar esse momento tão importante da história deles. "Nós conversávamos sobre o que vestir, aí decidimos que seria desse jeito", disse Taylor. "Foi algo diferente, queríamos chamar a atenção".
Postado por João Marcos às 11:13 0 comentários
Slash - Primeira Resenha Do Novo CD

Para falar com propriedade do assunto, e depois de algumas audições, eu diria que, por cima, esse disco é um belo trabalho, com uma bela produção e não há maiores falhas nele. Não há surpresa alguma, propriamente dita, é um disco de rock n' roll, algumas vezes rude, algumas vezes mais sofisticado, mas sempre divertido e passional, Slash claramente tem isso no sangue e ninguém pode repreendê-lo quanto a isso. Tendo dito isso, há passagens um pouco 'comerciais', um pouco menos 'fortes' com pouca inspiração, mas no conjunto, o homem da cartola diz o que tem que dizer muito bem. E ele faz as coisas com sinceridade. Cada canção nos transporta para um universo diferente, um som diferente, para ver até uma época diferente...
No fim não é muito longe - em princípio - de um disco 'conceitual' como o 'Probot' de Dave Grohl, mas ele é sobre rock n' roll, no sentido amplo do termo. Dessa vez Slash nos faz descobrir sua visão de como é o 'rock': blues, hard rock, metal, pop, progressivo, anos 70, punk e às vezes até Nu-metal! Portanto é um álbum heterogêneo, mas as faixas são bem produzidas e muito poderosas. Talvez um pouco exagerado no nível de ruído, mas o som de 'Appetite For Destruction' está bem distante, e quase irrecuperável (como disse Slash em sua biografia 'SLASH', publicada em 2007). No fim das contas, estou bem feliz. É rock, inquestionavelmente. Há um certo desperdício, é desigual, mas as faixas boas compensam pelas ruins!
Minha resenha faixa a faixa:
1. Ghost (Ian Astbury, com Izzy Stradlin) (3:34)
Essa é um rock n' roll estilo FM dos EUA dos anos 80, a la Billy Idol, com The Cult e alguns elementos de VELVET REVOLVER. Tem levada mid-tempo e é perfeita para abrir o disco. Lembra um filme televisivo policial americano vagabundo sobre a polícia de Nova Iorque, tocando de fundo num strip club às 3 da manhã...
2. Crucify the Dead (Ozzy Osbourne) (4:04)
Introdução com melodia de arpeggios rápidos ao fundo de um solo 'velha guarda'. Com uma atmosfera épica e gélida, essa faixa mid-tempo é sobre-produzida e arranjada. É uma 'power ballad' atemporal (e seus arranjos modernos, mas com atmosfera dos anos 70, acústica básica e o espectro do BLACK SABBATH assombrando toda a faixa, obviamente...)
3. Beautiful Dangerous (Fergie) (4:35)
Começa com batidas Hip Hop/Hindus, Fergie parece bem sensual, ultra sexy. Daí piora... o refrão é bem 'esquemão' e lembra uma imitação de Christina Aguilera fazendo rock ou uma Pink ruim. Pequena decepção. Eu preferi a introdução 'sexy' e os gemidos, quase inaudíveis, no solo, certamente referindo-se àqueles de 'Rocket Queen'... ainda que a atmosfera toda seja original e interessante, a canção é bem formatada, sem qualquer dúvida, pro fã adolescente de Black Eyed Peas e rock n' roll pra rádios.
4.Promised (Chris Cornell) (4:41)
Outra power ballad. Mas dessa vez eu gostei. Os arpeggios saturados com o tema estabelecem de pronto uma pessoa num ambiente melancólico e um pouco nostálgico. É bem orientada pro lado pop-rock n' roll feito pras rádios, mas das boas! Parece um pouco como os 2 primeiros discos solo de Chris Cornell (bem corretos) ou os três primeiros do Audioslave. No mais, a performance de Cornell tem bem mais destaque nessa faixa do que a de Slash (exceto pelo solo, claro). Perfeita pro mercado norte-americano, mais adulta do que a faixa anterior, refrão pegajoso, mas sem chance pro mercado francês.
5. By the Sword (Andrew Stockdale) (4:50)
Eu odeio o Wolfmother, mas aqui eu devo admitir que a combinação Andrew Stockdale/Slash oferece o que há de melhor no disco para nós! De cara ela pula pros anos setenta, diretamente na linha de Led Zeppelin/Deep Purple. A canção é muito bem construída, exala os anos 70 com pompa, o refrão é assassino, os acordes de Slash definem o rock n' roll! A voz de Stockdale - que é bem estereotipada - cai muito bem na canção e serve de trampolim pra Slash. O solo tipo 'whah-wah líquido' da bridge é soberbo. Canção muito boa.
6. Gotten (Adam Levine) (5:05)
Nova balada de guitarra acústica cuja luz termina em fogos de artificio de violinos e 'guimauve'. Eu não sou fã de Adam Levine, eu tenho a impressão de estar ouvindo Maroon 5, e isso não é bom. Uma pena, não é a balada do século, mas não é de todo ruim, uma voz mais rouca ou quebrada teria dado conta melhor. Mas também é necessário manter as relações de boa vizinhança entre West Hollywood e Beverly Hills...
7. Doctor Alibi (Lemmy) (3:07)
Rock N' Roll! Com Lemmy em qualquer evento, não há como ser de outro jeito! Do caralho! O refrão quase me fez pensar em 'Doctor Doctor' do UFO. Bom rock n' roll à velha moda.
8. Watch This Dave (Dave Grohl, Duff Mckagan) (3:46)
Música instrumental que vai na veia! Entre o metal e o rock progressivo, eu não esperava algo assim de maneira alguma. Essa manda pra valer durante quase 4 minutos. Os riffs – pesados, quebrados e destruidores - são realmente eficazes (parecem um pouco com 'Slither'). Mesma coisa pros solos, e a passagem quebrada 'clara' do meio me lembra o Guns N' Roses dos velhos dias. Um dos momentos fortes do disco.
9. I Hold One (Kid Rock) (4:10)
Rock pra rádio FM americana, na linha de Nickelback, AEROSMITH. Não faz muito meu tipo, nada muito original, mas isso é o pior que pode se dizer dela. Feita tipicamente pros EUA.
10. Nothing to Say (Mr. Shadows) (5:27)
Faixa no estilo speed-nu-metal, na linha do grupo de Mr. Shadows (Avenged Sevenfold)... no qual eu já não vejo muito interesse... ela começa bem tipo hard rock dos anos 80, com um riff tipo IRON MAIDEN, mas o som é estranhamente não muito poderoso. O restante passa algo na tradição nu-metal do Avenged Sevenfold, algumas vezes eu até tenho a impressão de estar ouvindo um Dream Theater ruim. Vazia demais e falsamente rápida – o final – Metalliquesco' – meio que salva um pouco a faixa.
11. Starlight (Myles Kennedy) (5:35)
Faixa heavy, pop, blues e divertida. O refrão é eficiente. Ela difere muito do restante do disco e é bem colorida, quente e entretida.
12. Saint Has Sinner Too (Rocco De Luca) (3:27)
Faixa tipo interlúdio/OVNI: guitarra acústica + uma voz ultra suave e arranjos programados por software... tudo no formato de uma balada 'flamenca'. É macia, muito melancólica e despojada. O solo de guitarra lembra um solo de música clássica, a atmosfera se situa entre 'Private Investigation' de Mark Knopfler, 'Misty Mountain Hop' do LED ZEPPELIN, e ao fim de 'Double Talkin' Jive' do GN'R.
13. We're All Gonna Die (Iggy Pop) (4:30)
Um puta dum bom riff, ideal para Iggy. Nos remete à marca do Rock, bruto e eficaz. Iggy se faz insolente como com The Stooges e dá uma de 'crooner' nas partes cantadas... refrão super direto e eficaz! Ideal para concluir o álbum.
Faixas Bônus:
14. Baby Can't Drive (Alice Cooper, Nicole Scherzinger)
15. Paradise City (Fergie, Cypress Hill)
Fonte desta matéria : Whiplash!
Postado por Skullage às 11:04 0 comentários
David Ellefson está de volta no Megadeth!

O fundador do Megadeth, Dave Mustaine, anunciou o retorno de David Ellefson, um ícone, baixista de 1983 a 2002 que agora retorna ao Megadeth. Esta reunião é apropriada ao momento que vive a banda com a turnê comemorativa do 20º Aniversário do álbum ‘Rust In Peace’ no qual Ellefson participou.
“Isso mostra o poder do amor de irmão e seu perdão” diz Mustaine – “David Ellefson pertence ao Megadeth. Agora vamos mostrar a vocês a fúria de chutar suas bundas…. COM TUDO!”
Ellefson concorda: “Este é um grande momento para todos nós, banda e fãs. É uma grande celebração da música de um dos maiores álbuns de nossa carreira.”
“Nós gostaríamos de agradecer ao James Lomenzo pelos diversos anos de serviços leais no baixo, e desejá-lo o melhor!” completa Mustaine
Postado por Skullage às 10:59 0 comentários
Iron Maiden: as gravações do novo disco foram finalizadas

O 15º disco de estúdio do IRON MAIDEN está gravado. Quem afirma é o produtor Kevin Shirley, responsável pela produção dos discos da banda desde 2000, direto das Bahamas.
Kevin postou em seu site oficial a seguinte mensagem: "Ainda há muito trabalho a fazer, mas a parte da banda está completa e enlatada, por assim dizer".
Recentemente, Kevin também falou sobre o DVD da última apresentação do MAIDEN em Donington estar completamente mixado.
O próximo álbum do IRON MAIDEN será o seu 15° registro de estúdio, aonde a banda enfrenta o grande desafio de superar "A Matter of Life and Death", que foi muito bem recebido pela crítica e executado na íntegra durante sua turnê.
No documentário "IRON MAIDEN: Flight 666", o guitarrista Adrian Smith declarou em um determinado trecho: "Há sempre um pouco de pressão para acompanhar o último álbum, de certa forma é bom porque isso nos motiva. Nós nunca somos complacentes, damos sempre o melhor para nosso próprio bem, tanto quanto qualquer outra coisa. Quanto à pressão para um outro álbum, nós apenas fazemos o que fazemos - nós temos feito no tempo suficiente, nós sabemos o que estamos fazendo. [risos] "
Ainda sobre o novo álbum, o guitarrista Janick Gers revelou à BBC News, em novembro os planos da banda: "Nós estamos indo a Paris por umas 3 semanas para trabalhar no novo material" Ele acrescentou: "A coisa mais importante para uma banda é criar música, caso contrário você não é relevante, você se torna uma paródia".
Fonte desta matéria: Blabbermouth
Postado por Skullage às 10:44 0 comentários
30 anos sem Bon Scott

Há exatamente 30 anos,morre o lendário vocalista do AC/DC,Ronald Belfort Scott,mais conhecido como Bon Scott...
Como morreu Bon Scott?
Oficialmente ele morreu de causas naturais, mas visto que voltava de uma bebedeira na noite de sua morte, é mais provável que ele tenha morrido por causa da bebida, sufocado com seu próprio vômito.Também considera-se a hipótese de hipotermia.
Última gravação de Bon Scott:
Ride on (Bon Scott and Trust) (5 dias anted de Bon morrer)
http://www.youtube.com/watch?v=spZAFoDudgw
Última aparição de Bon Scott na televisão:
(10 dias antes de Bon morrer)
http://www.youtube.com/watch?v=PtQES_e1syw
Postado por João Marcos às 09:01 0 comentários
História do rock and roll
O rock and roll (também conhecido como rock 'n' roll) é um tipo de música que surgiu nos Estados Unidos da América no final dos anos 1940 e início dos anos 1950, com raízes em sua maioria em gêneros musicais afro-americanos, e rapidamente se espalhou para o resto do mundo.
Os instrumentos mais comuns no rock and roll são uma ou duas guitarras elétricas (uma base e outra solo), um contrabaixo (depois de meados dos anos 1950, um baixo elétrico) e uma bateria. Nos primórdios do rock and roll, entre o final dos anos 1940 e início dos anos 1950, também se utilizava o piano ou o saxofone freqüentemente como instrumentos bases, mas estes foram substituídos ou suplantados geralmente pela guitarra a partir da metade dos anos 1950.
A batida é essencialmente um blues boogie-woogie com um contratempo acentuado, este último quase fornecido por uma caixa clara. A enorme popularidade e eventual visão no mundo inteiro do rock and roll deu-lhe um impacto social único. Muito além de ser simplesmente um gênero musical, o rock and roll - como visto nos filmes e na televisão, e de acordo com a mídia que se desenvolvia àquela época - influenciou estilos de vida, moda, atitudes e linguagem. Ele começou a gerar vários sub-gêneros - muitas vezes sem o contratempo característico originário- que são mais propriamente chamados simplesmente Rock.
Postado por João Marcos às 08:57 0 comentários


















