Foi confirmado o show da veterana banda de Thrash Metal americana Overkill para a cidade de Recife. A responsável por esse show é a Blackout Discos, e o mesmo ocorrerá no dia 20 de março, um sábado. O local escolhido foi a sede do Sport Clube de Recife.O show contará ainda com os thrashers baianos do Insaintfication e os cearenses do Necromorten.
Serviço:
Local: Sport Clube Recife
data: sábado, 20 de março de 2010
hora: 21h
participação especial: Necromorten(CE) - www.myspace.com/necromorten
Insaintification(BA) - www.myspace.com/insainthrash
ingressos online: www.incartaz.com
ingressos: Blackout Discos, Gramophone, Disco de Ouro e Abbey Road
Blackout Discos: (81) 3221-2091
Fonte: Heavy Metal Brasil
OVERKILL: Show em Recife
Postado por Skullage às 14:44 0 comentários
Heavy Metal: os dez melhores álbuns lançados em 1981
A cada 2 dias vamos postar essa lista ate chegar ao ano de 1991
Seguindo a lista lançada sobre os melhores álbuns de 1980, Chad Bowar do About.com publicou uma lista dos melhores álbuns lançados em 1981.
"Depois de todos os álbuns inovadores que foram lançados em 1980, o ano seguinte teve um pouco de desapontamento. 1981 foi provavelmente o ano mais fraco da década de 80 em número de lançamentos de qualidade do metal. O álbum número um do ano não conseguiria entrar no top5 na maioria dos outros anos da década. Ainda assim, tivemos alguns bons álbuns lançados em 1981, e estes listados foram os melhores", disse Chad. Os dez álbuns citados seguem abaixo.
1. MOTLEY CRUE - "Too Fast for Love"
Apesar deste provavelmente não ser bom o bastante para chegar ao número 1 de nenhum outro ano da década de oitenta, o franzino álbum de estreia do Crue foi bastante influente. As músicas são cruas, e há alguns clássicos como "Live Wire" e a música título do álbum. Eles se tornariam mais polidos e evoluiriam mais o gênero da hair band conforme a passagem do tempo, mas este álbum teve mais de uma aresta, tanto em atitude quanto na produção.
2. RAVEN - " Rock Until You Drop"
O RAVEN fez parte do New Wave of British Heavy Metal, e seu álbum de estreia foi também o melhor deles. Eles sempre foram ofuscados pelos seus contemporâneos, como o IRON MAIDEN e o JUDAS PRIEST, mas o trio britânico soltou alguns álbuns excelentes no início da década. Eles tocavam de maneira rápida e crua, e quase poderiam ser classificados como Speed Metal. Lars Ulrich do METALLICA foi um dos primeiros fãs da banda.
3. SAXON - "Denim and Leather"
Entre 1980 e 1981 o SAXON lançou três grandes álbuns. Este foi o terceiro deles, e infelizmente a banda iniciou uma queda morro abaixo depois deles. Quando este álbum foi lançado, o SAXON estava no melhor de sua forma. O disco é embalado com hinos do NWOBHM, como a música título e "Princess of the Night". Nesta época, eles estavam em pé de igualdade com o IRON MAIDEN e o JUDAS PRIEST, mas seriam ultrapassados em pouco tempo. O SAXON ainda repercute, e os seus últimos álbuns foram muito bons.
4. IRON MAIDEN - "Killers"
O melhor trabalho do IRON MAIDEN viria um ano depois, mas este esteve muito próximo. Foi o segundo álbum deles, e o último com o vocalista Paul Di'Anno. Foi definitivamente uma progressão do seu álbum de estreia, com músicas mais pesadas e rápidas que ainda tinham bastante melodia. Os fãs da era Di'Anno estão bem cientes deste álbum, mas os fãs mais recentes deveriam voltar um pouco para trás e escutar como o Maiden soava antes de Bruce Dickinson.
5. VENOM - "Welcome To Hell"
Tivemos um punhado de álbuns de metal lançados em 1981 que foram realmente bons, mas não tão bons ou influentes quanto os lançados pelas mesmas bandas em 1980 e 1982. Esse é o caso com o VENOM. O álbum de estreia foi realmente inovador. Ele acabaria por conduzir todo um novo gênero chamado black metal. A produção é pobre e a musicalidade questionável, mas não há dúvidas do impacto que o metal extremo do VENOM com suas músicas malignas iria causar.
6. DEF LEPPARD - High and Dry
O segundo álbum do DEF LEPPARD foi um dos que iniciou o caminho deles para a dominação das listas de melhores álbuns e o estrelismo. A MTV era novinha em folha em 1981, e eles tocarem extensivamente "Bringin' on the Heartbreak" ajudou imensuravelmente a banda. A primeira música do álbum, "Let it Go", é ótima, mas muitas vezes acaba sendo ignorada pois não atingiu as paradas, e a banda depois teria tantas outras conquistas.
7. OZZY OSBOURNE - "Diary Of A Madman"
O segundo álbum solo de OZZY OSBOURNE não obteve o mesmo sucesso nas paradas como alguns de seus outros álbuns, mas teve mais momentos de brilho musical do que qualquer outro. A guitarra de Randy Rhoads estava cada vez melhor, e neste álbum não foi nada menos que espetacular. Algumas músicas fracas e a falta de um single memorável fizeram este álbum não tão bom quanto o de estreia, mas ele perdurou bem na passagem do tempo.
8. RIOT - "Fire Down Under"
O RIOT era uma banda de metal de Nova Iorque que teve seu início no meio da década de 70. Este álbum foi o melhor deles, e depois dele o vocalista Guy Speranza deixou a banda e eles nunca mais foram os mesmos. É uma banda que nunca teve muito sucesso comercial e muitos fãs de metal não estão cientes da sua existência. O início do catálogo deles merece ser explorado, especialmente este álbum, que é excelente e melódico, com diversos hinos do rock de arena.
9. TYGERS OF PAN TANG - "Spellbound"
Depois que este álbum foi lançado, parecia que o TYGERS OF PAN TANG se tornaria uma das bandas top do NWOBHM, mas eles pouco depois cairiam na obscuridade. John Sykes era o guitarrista da banda nesta época, e antes foi membro do THIN LIZZY, WHITESNAKE e BLUE MURDER. Tudo se uniu para a banda neste álbum em termos de equipe, ótimas composições e uma combinação de músicas memoráveis do metal e uma ou duas baladas poderosas.
10. BLACK SABBATH - "The Mob Rules"
Este foi o segundo álbum do BLACK SABBATH com Ronnie James Dio, e fazia um bom tempo que o SABBATH não lançava um álbum tão bom quanto este. DIO estava mais confortável desta vez e teve grande influência no álbum, que foi refletida nas letras e no som do disco. Há algumas músicas bastante sólidas neste disco, mas o SABBATH teve diversos álbuns que foram melhores do que este.
Fonte: Whiplash!
Postado por Skullage às 12:15 0 comentários
Eric Clapton & Jeff Beck: carreiras, rivalidade e projetos

Na nova edição da revista Rolling Stone, Jeff Beck e Eric Clapton sentam pela primeira vez para discutir antigas rivalidades, heróis do Blues e os segredos da arte deles. Abaixo um pouco da conversa de David Fricke com Clapton: ele sabe sobre os vocais de Jeff Beck e sobre o aprendizado para gostar da própria “voz de velho”.
Como você julga o fato de que Jeff Beck não é um astro tão grande quanto você?
"Ele deliberadamente esculpiu essa imagem. Eu não acho que ele vá negar isso. Ele gosta de ficar só. Ele quer ficar embaixo do carro, trabalhando nos motores. Ele fez aquela gravação onde ele canta (o hit britânico 'Hi Ho Silver Lining', de 1967) e raramente fez isso novamente. Isso é sempre um ponto de discordância. Eu conversei com seu empresário, Harvey (Goldsmith), depois que ele assinou com Jeff. Eu disse 'Você vai coloca-lo para cantar?', e ele disse 'Vou tentar'. Boa sorte. Mas se ele não estiver motivado (a fazê-lo), acho que ele está perdendo. É algo bom de fazer".
A maioria dos guitarristas do grupo de elite que você mencionou (na matéria integral) – Robert Cray, Buddy Guy, BB King – são cantores. Jeff, não.
"Ele canta quando toca. Ele tem aquela inventividade melódica que estávamos falando ontem (na casa de Beck) que ele coloca em tudo que toca. Derek (Trucks) é outro exemplo. Eu acho que Derek deveria cantar. Porque ele tem a mesma coisa. Ele tem a Voz".
Uma mentalidade vocal.
"Exatamente. Mas eu me preocuparia com o sacrifício que eles teriam que fazer em termos de técnica, para passarem a focar em serem vocalistas".
Na conversa, os dois falam sobre suas experiências com JIMI HENDRIX, setlists para os shows em conjunto (composições de Charles Mingus e Albert Collins estão sobre a mesa) e complicações na técnica de cada um (Beck cita o timing e fraseado de Clapton; Clapton elogia o trabalho da mão direita “multitarefa” de Beck). Eles também explicam porque levou quatro décadas para que se reunissem. "Nós dois estávamos tentando ser bananões”, diz Beck. “Exceto por eu não ter dito os luxuosos sucessos que Eric conseguiu.” Clapton conta a Fricke que eles não poderia ter coloborado nos sessenta e setenta por um grande motivo: “Porque éramos inimigos, basicamente.”
Os dois não se esquivam de uma conversa franca sobre a causa da rixa – o relacionamento de ambos com o YARDBIRDS, a banda psicodélica de R&B em que participou Clapton, Beck e Jimmy Page na guitarra (nessa ordem). Clapton admite que ele esperava que a banda acabasse sem ele, mas ficou surpreso quando ele se tornaram ainda mais bem sucedidos. “Eu queria ser o mais crítico possível sobre ele”, diz Clapton. “Me magoou profundamente porque eu conseguia ver que, com Jeff, eles estavam indo além do que eu era capaz.” Beck abala Clapton ao insistir que a banda o reverenciava. “Eles estavam aterrorizados.”
Clapton ainda revela que está trabalhando em um novo album, possivelmente intitulado "Whiplash" – e o projeto de diversas covers pode se tornar um álbum duplo. “Eu estou tocando cover de qualquer coisa que sempre desejei tocar,” ele diz. Para saber mais sobre o projeto, além dos comentários de Beck sobre os momentos sombrios da carreira e os “negócios inacabados” de Clapton com o Blind Faith, veja toda matéria na nova edição. E ainda mais, leia sobre a edição de 2010 do festival Crossroads.
Fonte desta matéria: Whiplash!
Postado por Skullage às 11:25 0 comentários
The Who: será o fim da linha para o veterano grupo?

Segundo a Rock Radio UK, o lider do THE WHO, Pete Townshend, pode ser forçado a se aposentar em março, caso os médicos não encontrem um tratamento para o zumbido que o músico tem se queixado.
A banda recentemente atingiu uma público completamente novo com seu show no intervalo do Superbowl no início do mês – mas Townshend diz que eles estão “terminados”, a menos que um teste com um novo plug auditivo de monitoração em Londres corra bem.
O show deles em ajuda ao “Teenage Cancer Trust” é o único concerto que eles tem marcado nesse ano, e o guitarrista está preparado para que seja o último. Ele disse à Rolling Stone: “Se minha audição se transformar em um problema, não iremos adiar shows. Estão terminados. Eu realmente não consigo enxergar outra saída para esse problema.”
A matéria completa (em inglês) está no rockradio.co.uk.
Fonte desta matéria (em inglês): Nightwatchershouseofrock
Postado por Skullage às 11:24 0 comentários
Rush: Alex Lifeson lista seus três melhores solos

Em entrevista ao site MusicRadar.com, o guitarrista do RUSH escolheu, sem pestanejar, aqueles que ele considera como seus três melhores solos de guitarra. Abaixo, a lista com os comentários de Lifeson, música por música:
1. Limelight (“Moving Pictures”, 1981)
"Adoro a elasticidade deste solo. Pra mim é muito emocionante tocar esta parte da música. A canção é sobre solidão e isolamento e acho que o solo reflete isso. Existe bastante coração nele. É uma coisa de sentimento: você tem que tocar o solo como o sente, caso contrário, soará exagerado. Eu nunca tive esse problema com ‘Limelight’. Na primeira vez em que a toquei em estúdio senti uma verdadeira fixação por ela, eu poderia dizer que era algo especial. Ainda hoje é o meu solo favorito para executar ao vivo. Eu nunca me canso dele. Cada vez em que estou prestes a tocá-lo, respiro fundo e solto o ar na primeira nota. Acho que soa tolo, mas para mim é algo libertador".
2. Kid Gloves (“Grace Under Pressure”, 1984)
"Essa música é do nosso álbum 'Grace Under Pressure'. O que eu gosto neste solo é que ele é o oposto do ‘Limelight’: tem um suingue, um tipo de atitude sensual, um pouco de humor estúpido. Quando eu a toco sinto uma certa confiança, como uma pessoa levada, o que não é de todo o meu jeito na vida real. O engraçado nela é que eu tinha um idéia para o solo e apenas a realizei depois de gravá-la pela primeira vez. Nunca tenho planos em mente quando estou gravando solos. Eu apenas lhes dou asas. O solo de ‘Kid Gloves’ me guiou, é como se ele soubesse o que queria ser e eu me limitei a segui-lo".
3. Freewill (“Permanent Waves”, 1980)
"É um solo muito difícil de se tocar. Acho que sinto um orgulho solitário por isso. Toda vez que eu o faço, fico espantado. É tão frenético e excitante. A parte rítmica também – Geddy e Neil estão por todo o lugar. É provavelmente um dos trechos de música mais ambiciosos que o RUSH já fez. Num certo sentido, todos solam ao mesmo tempo. Na gravação eu não tinha nada planejado, estava apenas reagindo ao que os outros rapazes faziam. Basicamente, estava apenas tentando prosseguir! Mas acho que funcionou muito bem. Fiquei bastante contente com ele, e olha que eu normalmente encontro problemas nas coisas que faço".
Fonte: Whiplash!
Postado por Skullage às 11:15 0 comentários
Machinage: grupo confirma troca de baterista
A banda paulista MACHINAGE confirmou a saída do baterista Raul Pauleto do posto, após alguns anos compondo o seu line up. Para a lacuna deixada pelo músico foi recrutado o experiente Ricardo Mingote (NOX ETERNA, ex-STUPID VISION), que já se encontra ensaiando com seus novos companheiros.
Segundo o guitarrista e vocalista Fábio Delibo: "Infelizmente chegamos num ponto da carreira que precisávamos seguir caminhos diferentes. Nós do MACHINAGE gostaríamos de agradecer a Raul Pauleto por tudo que fez durante esses anos em que esteve junto ao grupo. Esperamos muito que você obtenha êxito em todos os seus projetos futuros".
Em paralelo o grupo continua buscando um selo para o lançamento do seu debut álbum "It Makes Us Hate", que contou com a produção de Magnus Wichmann e mixagem/masterização Caio Duarte (MORTAES, MORK, MIASTHENIA).
Matéria original: Blog Metal Vains
Postado por Skullage às 11:11 0 comentários

